Conheça o Google Meu Negócio, a ferramenta gratuita do Google que ajuda empresas a se destacarem na web

A plataforma foi criada há cerca de 5 anos e tem como objetivo gerar mais interação entre clientes e empresas

Você conhece o Google Meu Negócio? Se a resposta for não, saiba que pode estar perdendo uma grande chance de fazer com que sua empresa seja ainda mais destacada em um dos maiores sites de pesquisas do mundo.

Mas o que é o Google Meu Negócio? 

Sabemos que uma boa estratégia de marketing pode fazer uma grande diferença, sobretudo para quem está começando a empreender, e é para isso que serve o Google Meu Negócio. É uma ferramenta de marketing digital gratuita criada pelo Google há algum tempo para facilitar a vida das empresas e também de seus clientes, pois o acesso às informações fica ainda mais rápido e prático.

Quais as vantagens de utilizar o Google Meu Negócio?

As informações podem ser acessadas facilmente com essa ferramenta, pois os perfis das empresas aparecem estrategicamente na primeira página de Busca do site e no Google Maps, gerando assim, mais interatividade com os clientes e trazendo ainda mais relevância para a marca de seu negócio.

A ferramenta permite ainda que você faça diferentes publicações, incluindo assuntos como ofertas e promoções, e analise o seu desempenho e o seu público. Com base nesses dados, é possível criar excelentes estratégias de marketing e de vendas, aumentando consideravelmente o número de clientes. Além disso, é possível complementar o seu site ou até mesmo criar um simples de forma gratuita, para conseguir ainda mais participação na web.

Quais informações são necessárias para criar um perfil no Google Meu Negócio?

Agora que você já sabe o que é e para que serve o Google Meu Negócio, provavelmente está disposto a utilizá-lo, certo? No entanto, para usufruir de todas essas vantagens oferecidas pela ferramenta, você precisa criar um Perfil de Negócios eficiente e atrativo.

Por isso, separamos algumas informações básicas, mas indispensáveis na hora de criar o seu perfil no Google Meu Negócio. São elas: 

  • Nome comercial da sua empresa 
  • Categoria da empresa 
  • Endereço completo do negócio
  • Telefones de contato
  • Horário de funcionamento e de pico

Além disso, você pode adicionar outras informações importantes sobre o seu negócio, como formas de pagamento e site comercial. Para deixar o seu perfil ainda mais completo, também é possível adicionar algumas fotos da empresa e fazer publicações diretamente pela plataforma.

Veja neste vídeo como uma empresa se destaca ao ter um perfil no Google Meu Negócio.

Para saber mais sobre essa ferramenta da Google ou criar e gerenciar o seu Perfil de Negócio, acesse aqui.

Você que pretende abrir seu negócio online, fique de olho nas novas exigências do governo!

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O presidente Michel Temer sancionou, na semana passada, a lei 13.543/2017, que traz novas exigências para o comércio eletrônico no país. O texto especifica como os preços dos produtos devem ser apresentados ao consumidor, e como lidar com valores diferentes praticados no mesmo produto.

A lei determina que as lojas online devem fazer “divulgação ostensiva do preço à vista, junto à imagem do produto ou descrição do serviço, em caracteres facilmente legíveis com tamanho de fonte não inferior a doze”. A regra evita que os comerciantes informem apenas o valor da parcela, ou deixem o preço total em local pouco visível.

O comércio eletrônico é incluído na lei 10.962/2004, que dispõe sobre afixação de preços. O art. 5º define que, em caso de divergência de preços para o mesmo produto, “o consumidor pagará o menor dentre eles”. Isso pode impactar as lojas online, em que o preço muda com base em vários fatores — se você está acessando a loja a partir de um comparador de preços, ou se já viu o mesmo produto anteriormente, por exemplo.

Além disso, a lei estabelece que o “fornecedor deve informar, em local e formato visíveis ao consumidor, eventuais descontos oferecidos em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado”. Desde junho, os comerciantes estão autorizados por lei a praticarem a diferenciação de preço, cobrando mais caro de quem paga com cartão de crédito.

Quem encontrar uma irregularidade pode acionar o Procon, o Ministério Público e os órgãos de defesa ao consumidor; sites que descumprirem as regras podem ser multados ou suspensos.

 

Fonte: Agência Brasil

Você já imaginou ir no supermercado e não precisar enfrentar filas enormes? Essa é a proposta do Amazon GO, estima-se que o serviço começará a funcionar em 2017 nos EUA. A proposta é entrar no supermercado, pegar o que precisa e ir embora. Sem filas ou caixas. Todos os itens que você escolheu já estão no carrinho virtual e a cobrança é feita pelo cartão de crédito ou débito cadastrado. O objetivo é tornar todo o processo de compras mais rápido e assim eliminar os aspectos ineficientes das lojas. Veja o vídeo da apresentação do serviço:
https://goo.gl/MLSRmw #agencia #namBBU #noticas #amazongo #tecnologia

Ao contrário do que muitos amantes e simpatizantes do Design acreditam, Brand e Lo

Ao contrário do que muitos amantes e simpatizantes do Design acreditam, Brand e Logotipo são coisas um pouco diferente. Ainda nesse contexto, podemos considerar também o papel da Identidade Visual. Esses elementos são peças fundamentais no tabuleiro da Comunicação, desenvolvendo funções ligeiramente importantes no que se refere à representação de um conceito, marca, empresa, produto, enfim.

Branding – O que é?

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Muito se tem de material a respeito da temática Brand. Resumir o conhecimento a respeito desse assunto é um pouco complexo, mas aqui vamos fazê-lo entendendo o Brand/Branding como “marca”. Para isso, vamos lembrar que marca está além de um conceito concretamente visual e ver como marca a percepção que o público tem, que se cria ou se pretende de um determinado produto, empresa ou empreendimento.

Assim sendo, entendamos o Brand como a “marca” que uma organização, da pequena à grande, deixa como representatividade e identidade. O Branding é a movimentação, o posicionamento dessa Identidade ou conceito para com o público. De forma mais chula ou rude, vejamos a marca como sendo um espelho que reflete as inclinações, ideais, filosofia e atividade de um dado empreendimento.

Atrelado a isso, à essa ideia de Branding, temos a Identidade Visual, que por sua vez, é composta por um conjunto de aspectos visuais que constituem a marca, de uma forma pessoal e geral.

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Como elemento da Identidade Visual, está o nosso querido e amado, adorado e polêmico “logotipo” ( que não é logomarca, diga-se de passagem para mais uma leve polêmica, rsrsrs). A concepção de um logotipo leva ao aspecto representativo de uma organização em sua forma mais compacta e simples, utilizando-se de ícones, imagens, tipografia, shapes, enfim. É a representação visual simples e imediata da entidade, constituindo a base da marca.

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Resumindo toda essa discussão, aparentemente complexa, vejamos:

O Logotipo pode ser considerado como uma representação visual que identifica a imagem corporativa de um empreendimento; A Identidade Visual se utiliza de elementos visuais que, atrelados ao conceito do Logotipo, compreendem a percepção emocional e representativa da empresa; Brand / Marca é a imagem corporativa concebida pela entidade e/ou percebida pelo público. Logotipo e Identidade Visual contribuem para essa percepção.

Bem, aproveitamos essa temática tão ampla e dissecada, e trouxemos uma forma menos mitificada e complexa de se entender e compreender o assunto.

 

Fonte: Design Culture

Atualmente, a demanda por profissionais multidisciplinares é latente em todas as áreas de Comunicação e TI. Em desenvolvimento, especificamente, o Full Stack tem se destacado por ser o “canivete suíço”, que atua tanto em front-end quanto em back-end. É o profissional que consegue receber, entender e entregar um projeto completo.

É quem deve conhecer todos os processos para servir pontualmente e acompanhar a execução do projeto do início ao fim. Agências digitais e empresas que têm um produto relacionado à tecnologia estão ávidos por esse tipo de profissional.

Além do conhecimento técnico, é importante ter habilidades pessoais para conseguir trabalhar sob pressão e ter o entendimento de que a função exige constante atualização. Para André Gumieri, Gerente de TI da Elo Digital, é importante também ter muito senso crítico. “Ele precisa olhar seu código e entender quando pode melhorar e otimizar na próxima vez”, explica.

Como na maioria das funções da área, o Full Stack precisa ter iniciativa e ser autodidata. Felipe Medina, Web Developer Sênior na Huge, acredita que a graduação não é o principal aspecto do desenvolvimento web como um todo. “Não temos no Brasil (e muito pouco no mundo) boas formações específicas. Os melhores profissionais com os quais já trabalhei não possuem formação na área ou não possuem graduação alguma”, conta.

O que faz?

Paulo Barroso, CEO da agência full service namBBU, define que o Full Stack atua em back-end (servidor, banco de dados, modelagem, programação, estruturação de dados e implementação) e front-end (interface, UX, corte).

Com isso, a gama de conhecimento é bastante variada. Medina enumera: “Tem que sujar as mãos em todas as camadas, usar o terminal, saber de servidor, entender como funciona a nuvem, saber montar uma boa base de dados, de versionamento, de cacheamento e ser craque na produção de peças digitais. Ou seja: até com o Photoshop, para uma correta construção de biblioteca de assets, o Full Stack deve se virar bem”.

Quanto ganha?

Conforme os dados de oportunidades em que a faixa salarial foi divulgada no trampos.co, os salários variam de R$ 4.000 a R$ 8.000. Estágios na área podem chegar a R$ 2.000.

Perfil e características do profissional

Para Medina, esse profissional tem que estar atento às mais recentes práticas de toda a cadeia de desenvolvimento. “Procuro sempre por profissionais comprometidos com a promoção do próprio conhecimento, uma pessoa em constante adaptação aos cenários mais diversos e que encontre alternativas a qualquer bomba que se jogue na mão dele”, explica.

Gumieri acrescenta que a lógica de programação é importante para garantir entrega independente de ferramenta, library ou linguagem. Por isso, os recrutadores costumam avaliar no momento da contratação de novos colaboradores a já citada multidisciplinaridade e a capacidade de entender os processos de maneira integral.

Mercado de trabalho

O problema da mão de obra qualificada no Brasil e em outros países, como Estados Unidos e Inglaterra, afeta diretamente o mercado de trabalho, que encontra dificuldades para encontrar candidatos dentro desse perfil.

O CEO da namBBU aponta que uma grande armadilha para o desenvolvedor que anseia a posição é a busca pela amplitude de conhecimentos sem uma definição clara dos pontos de aprofundamento. “Esses pontos serão os elementos que irão determinar a atuação do profissional em um setor ou segmento”, diz. A multidisciplina, portanto, não significa saber de tudo sem aprofundar-se em um determinado conhecimento.

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Equipe da namBBU é especializada no desenvolvimento de sites em WordPress

Confira as respostas dos profissionais que atuam como Full Stack ou gerenciam colaboradores nessa área:

1. Além das questões técnicas, quais são as habilidades comportamentais esperadas?

Felipe Medina | Huge: Curiosidade. Um Full Stack tem que estar sempre curioso, não é um profissional acomodado, deve estar sempre interessado em aprender mais com os outros a sua volta. Por ser múltiplo, não pode endereçar toda a sua atenção a um determinado assunto, tem que saber a hora de parar uma determinada especialização e partir pra outra, então requer paciência e bom controle de foco.

Paulo Barroso | namBBU: Sede por conhecimento e a capacidade de entender diferentes ambientes profissionais. Não dá para ser um desenvolvedor full stack sem gostar dessas duas coisas. As agências de comunicação e fábricas de software no Brasil trabalham muito de uma maneira linear, seguindo um modelo de linha produção – na ideia da revolução industrial – onde o produto passa por diferentes setores e especialidades até ser concluído. O que estamos enxergando no mercado de desenvolvimento atual são novas combinações menos lineares, times mais enxutos e que concentram mais conhecimento e interdisciplinaridade.

André Gumieri | Elo Digital: Comprometimento acima de tudo.

2. Esse profissional também deve entender da regra do negócio para sugerir tecnologias?

Felipe Medina | Huge: Claro. É ele quem entende toda a estrutura de desenvolvimento, ele deve ser o primeiro a sinalizar um possível problema ou a trazer a solução mais adequada. Esse profissional plana sobre múltiplos projetos, apoiando pontualmente cada um deles, sugerindo soluções, protegendo o produto e processos, e dedicando uma parte do tempo a apagar incêndios. Deve estar atento a novos projetos e produtos, deve participar ativamente do dia-a-dia da agência e se relacionar bem com o time, só dessa forma poderá ser um ponto focal da área de desenvolvimento como um todo.

Paulo Barroso | namBBU: Por ser um colaborador interdisciplinar, ele vai naturalmente buscar entender a regra do negócio da empresa, mas acreditamos que isso não seja diretamente uma responsabilidade desse profissional. Na agência namBBU especificamente, somos especializados no desenvolvimento de websites em WordPress, então a rotina dos Desenvolvedores Full Stack cobre tudo o que diz respeito ao desenvolvimento e implementação do projeto, a partir de um layout ou wireframe até a publicação final do website.

André Gumieri | Elo Digital: Sim. Qualquer profissional deve entender o negócio ao qual ele está inserido para que ele possa se destacar e crescer. Na minha equipe, todos os profissionais são incentivados a trazer ideias novas para melhoria geral do nosso processo de trabalho. Foi assim que iniciamos o uso de tecnologias que hoje são fundamentais para nosso dia a dia.

 

Fonte: tutano

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2º Congresso Brasileiro de Internet debate crescimento do setor de comércio eletrônico

Apesar de a crise no Brasil já afetar diversos setores do mercado, reduzir a expectativa do próximo PIB (Produto Interno Bruto) e levar à alta do dólar, o setor de comércio eletrônico está blindado por enquanto. Segundo Stelleo Tolda, cofundador do site de compras Mercado Livre, o e-commerce rendeu R$ 40 bilhões em 2014 e ainda registra um crescimento anual médio de 20%. O dado foi apresentado na abertura da segunda edição do Congresso da Abranet (Associação Brasileira de Internet), ocorrido nesta quinta-feira (24), em Brasília.

“Não existe mágica, mas uma mudança de comportamento das pessoas em direção ao digital. O e-commerce não veio para destruir o varejo. Pelo contrário, as empresas identificaram o potencial de usar o canal da internet para vender e vêm fazendo isso de forma brilhante”, explicou Tolda.

O movimento agora é olhar para o próximo passo do e-commerce, o comércio via celular e outros dispositivos móveis. O presidente da Abranet, Eduardo Parajo, afirmou que mais de 100 milhões de brasileiros já usam a web via smartphones e afins– 53% da população do país.

“O mobile hoje é uma realidade e a questão do cloud computing (armazenamento e gerenciamento de dados em nuvem) viabiliza muitos modelos de negócios que até então eram inviáveis”, complementou o diretor-executivo de Atendimento Corporativo do UOL, Gil Torquato.

Segurança digital

O primeiro debate também fez um retrospecto dos 20 anos da internet brasileira, os participantes do evento defenderam que alguns dos maiores desafios para as próximas décadas são o reforço da segurança em diversos níveis, a regulação da internet e a ampliação da estrutura para receber mais usuários e melhores conexões.

O tema da segurança ainda é controverso, como visto no debate. “Precisamos de mais segurança jurídica e menos tributação e regulação. Já temos o Marco Civil, que trouxe uma base sólida para criar parâmetros para uma lei mínima, mas vemos várias iniciativas tentando mudá-lo”, ponderou Parajo.

O deputado Fábio Souza (PSDB-GO), presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara Federal, discordou e defendeu a regulação da web pelo poder público. “É lógico que há temas que precisam da intervenção do parlamento e do governo, para proteger crianças, por exemplo, dando mecanismos para pais e autoridades para isso. Mas luto contra qualquer coisa que venha a infringir a liberdade de expressão”, justificou.

 

Fonte: UOL Tecnologia

Minimalismo é um dos marcos visuais mais duradouros em Web design, dada a sua elegância intemporal e apresentação clara do conteúdo. Enquanto ciclos de popularidade ir e vir, a técnica de projeto é uma filosofia visual clássico e duradoura para designers em todas as especializações e indústrias.

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Como um estilo artístico, minimalismo não é de todo uma técnica exclusiva para Web design. Raízes do movimento minimalismo em design pode ser rastreada até o início de 1900 como designer de impressão Lucian Bernhard foi pioneiro de uma linguagem de design mais simples. Desde então, a técnica tem sofrido, deslizando ao longo do tempo, como se perpetuamente novo.

Designers de todos os tempos encontrar-se ligado a uma abordagem minimalista de alguma forma, incluindo o nosso explosão minimalismo atual. Nesta parte, iremos rever os princípios de design minimalista, explorar o apelo aos web designers, em seguida, explicar a forma como pensamos a técnica continuará a amadurecer.

Menos é mais: Uma Breve História & Desconstrução

Essas três pequenas palavras são a definição mais simples do minimalismo. O espírito de web design minimalista é criar um impressionante website visuais, sem um monte de sinos e assobios.

Um design minimalista por natureza, não é gritante ou estéril, embora certamente pode ser.

Enquanto o minimalismo originado na virada do século 20, ele realmente veio para a vanguarda do design durante os anos 1940 e 1950, sob a forma do estilo suíço de projeto . Como você pode ver abaixo, este estilo comedido foi criado através de cores fortes, fontes sans-serif nítidas e vívidas e fotografias. Se você fosse para desconstruir ainda mais os projetos, você iria notar que o layout e alinhamento dependem fortemente em um formato de grade (que agora é a base da maioria dos projetos Web minimalistas).

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Similar às suas origens de design gráfico, minimalismo em Web design é a mais pura forma de escultura através de subtração – perfeição é atingida não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há nada mais que você pode tirar. Embora minimalismo atual é centrada em torno de espaço negativo e uma rotulação preta – o núcleo do minimalismo – o estilo define-se por atingir o mínimo de elementos essenciais através de qualquer meio.

Conclusão

Minimalismo é mais do que apenas um espaço branco e os elementos menor número possível. O coração da filosofia minimalista está em enfatizando conteúdo. Reduzir os elementos e com um monte de espaço negativo são simplesmente significa para o efeito – eles minimizar as distrações de modo que os usuários podem se concentrar apenas no que é importante.

Nunca interpretam mal o minimalismo como os fins em si mesmo, ou você vai tão provável encontrar-se excluir elementos com funcionalidades insubstituíveis. Isso não é escultura através de subtração – que é apenas subtração.

 

Fonte: The Next Web

A PRWeek, portal de negócios e notícias do mundo das relações públicas, divulgou hoje o ranking das 50 maiores agências globais de PR.

A única brasileira dentre as TOP 50 foi a agência FSB Comunicação na 22° posição.

Confira a lista completa abaixo:

namBBU agência de comunicação

 

Fonte: PRWeek

folha de sao paulo facebook google agencia nambbu publicidade dados usuarios

“Perto do shopping? Que tal ver esse novo filme nas nossas salas de cinema?”, questionou, por meio de notificação, o aplicativo do Facebook nas últimas semanas a usuários paulistanos.

Para a campanha, a Warner Bros, distribuidora do filme em questão (“Mad Max”), valeu-se do Place Tips, plataforma recém-lançada pela rede social que permite que estabelecimentos anunciem diretamente a potenciais clientes em locais específicos.

O Facebook decide se o usuário é um bom “alvo” consultando seu histórico de atividade e seu cadastro.

“Parte das informações você põe no seu perfil, quem você é. Mas eu diria que a maior parte do que a rede social sabe sobre você é baseado no seu comportamento”, diz Jessé Rodrigues, professor de marketing digital da ESPM.

Anúncios desse tipo fazem parte das táticas mais novas de publicidade, que permitem aos anunciantes saber minúcias sobre a vida do público que deseja atingir, cruzando informações dos bancos de dados em posse das empresas de internet, por exemplo, com a localização.

“Você pode nunca ter dito no seu perfil que é um agrônomo, mas se você curtir 15 links sobre agricultura, agronegócio, a leitura que a rede vai fazer é que você é da área”, diz Rodrigues.

Segundo Alessandro Gil, presidente no Brasil da Rakuten Marketing, que cria tecnologia de publicidade on-line, as empresas podem hoje monitorar em tempo real se certo grupo demográfico visita um site e mostrar anúncios.

“Dá para saber se certo grupo de mulheres, consumidoras de maquiagem e moradoras de São Paulo está num site naquele momento”, diz.

“Uma loja de esportes”, exemplifica Rodrigues, “pode enviar uma promoção exclusiva para os são-paulinos, com camisa ou meia do São Paulo quando o time ganha.”

Isso depende de tecnologias como os cookies, programas instalados pelos sites no ato da navegação. Eles registram a atividade do internauta (um produto comprado ou visualizado, por exemplo) e isso vira informação valiosa.

Os sites, então, podem fazer acordos para ter acesso à atividade dos visitantes uns dos outros. Bases de dados de bancos, de cadastros de devedores e de cartões de crédito também são usadas.

O lado bom disso, dizem os especialistas em marketing, é que menos campanhas publicitárias desinteressantes (ou até ofensivas) chegam aos olhos do internauta. “Não diria que vai acabar com o spam, mas pode reduzi-lo consideravelmente em alguns anos”, diz Rodrigues.

‘TEM LUGARES QUE ME LEMBRAM…’

A loja de moda virtual Dafiti usou na capital paulista a tecnologia dos chamados beacons (“balizas”) para enviar mensagens aos consumidores que passavam por pontos considerados estratégicos, como a rua Oscar Freire (onde há lojas de grife) e o parque Ibirapuera.

Segundo Malte Huffmann, cofundador da empresa, a ideia era enviar promoções relacionadas ao local por onde passavam clientes e “clientes em potencial”. “Na vila Madalena [bairro com muitos bares], a mensagem era mais descontraída, enquanto no Ibirapuera enviávamos conteúdo relacionado a esportes.”

Só recebia os alertas quem tinha o aplicativo instalado e deixava o bluetooth do smartphone ligado. (Na semana passada, a Philips anunciou que testará uma técnica de usar a luz emitida por lâmpadas de led de um supermercado, por exemplo, para fazer campanhas do tipo; há cerca de um mês, o Twitter participou de um investimento, o segundo da sua história, de US$ 18 milhões na start-up de beacons Swirl.)

O sistema, usado entre novembro do ano passado e março último, foi desativado temporariamente por uma questão tecnológica, diz Huffman.

LEGISLAÇÃO

O executivo diz que as informações coletadas pelo aplicativo podem vir a ser usadas para refinar campanhas de marketing, como já é feito pela empresa. “Queremos mostrar o produto que eles querem ver.”

E isso é legal? “Sem uma lei de proteção de dados, infelizmente, sim”, diz Frederico Meinberg Ceroy, presidente do IBDD (Instituto Brasileiro do Direito Digital) e representante do Ministério da Justiça na discussão do projeto de lei para proteção dos dados pessoais, espécie de complemento ao Marco Civil em fase de consulta pública.

Ceroy diz que o texto atual ainda é embrionário e, de certa forma, radical. “Atualmente, ele propõe ‘tesourar’ o modelo que vingou na internet: o de a empresa oferecer o serviço em troca dos dados dos usuários.”

Além disso, não há “clima político” para uma eventual votação, diz Ceroy, que diz que a “simples intrusão” do Estado a fim de regular a atividade das companhias não é a solução. “O grande problema é não existir concorrentes à altura para gigantes como Facebook e Google.”

Ele explica que a aceitação do “contrato” proposto nos termos de serviço pelas empresas de internet lhes permite explorar economicamente os dados dos usuários.

‘VAMOS FUGIR’

“Quando baixamos um app, há os termos de serviço. Mas quem lê?”, diz Pollyana Ferrari, professora de comunicação digital da PUC-SP. “Não percebemos que nossas informações são uma moeda.”

Ferreira diz tomar medidas como nunca “fazer check-in” (divulgar localização) em redes sociais e navegar só no modo anônimo de navegadores, que bloqueia os cookies e impede o registro do histórico de atividade.

Mais precavido, o universitário Lucas Zanella, 19, apagou sua conta no Facebook e diz que compartilha informações na rede só com quem conhece pessoalmente. “O uso de ‘engenharia social’ [técnicas de manipulação para conseguir informações] pode abalar minha segurança on-line e off-line.”

Um dos fundadores do grupo Partido Pirata no Brasil, Fabricio Leal de Souza, 36, usa criptografia (um tipo de embaralhamento digital das informações) em e-mails, smartphone, computadores e VPN (rede virtual privada). “A coleta indiscriminada de nossas informações pessoais ignora a fronteira entre o que é público e privado”, opina.

Outras táticas a fim de garantir privacidade incluem ativar o modo “Do Not Track” (“não rastreie”) no browser e usar software criptografado ou alternativo aos mais populares.

Um documentário sobre o assunto, “Terms and Conditions May Apply”, uma recomendação dos pesquisadores entrevistados, tenta dar uma dimensão da profundidade com que conhecem seus usuários os serviços de internet.

Consultado, o Google disse ter uma página explicativa e que permite ao usuário optar por deixar de ser rastreado (com uma extensão para o navegador Chrome). O Facebook não comentou.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

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Sites com versão para dispositivos móveis começarão a aparecer em posições mais altas no buscador

De vez em quando, o Google altera sua busca de algoritmos de uma forma que derruba o ecossistema de publicações online. Isso aconteceu há alguns anos quando a empresa decidiu que os links das contents farms – publishers que tentam brincar com o algoritmo do Google com palavras-chave e material de qualidade questionável – não deveriam aparecer tão rapidamente nas páginas de pesquisa. Agora o Google está fazendo o mesmo com sites que não funcionam bem em mobile, um movimento que tem sido chamado de “Apocalipse do Celular” (ou “mobilegeddon”, em inglês).

O Google descreveu as mudanças em fevereiro da seguinte forma:

“Começando em 21 de abril, nós estaremos expandindo nossa interface amigável de celulares como um fator de ranking. Essa mudança afetará as buscas em mobile em todas as línguas ao redor do mundo e terá um impacto significativo nos nossos resultados de busca. Consequentemente, usuários acharão mais fácil encontrar resultados relevantes e de alta qualidade que são otimizados para os seus devices.”

Para qualquer um que está inseguro se o seu site não está nas novas regras do Google, a empresa criou um aplicativo online para checar se o site seria considerado mobile-friendly. Além de ter criado ferramentas que ajudam o site a se adaptar para mobile.
A companhia também deixou claro que o celular não é a única consideração:

“Enquanto a mudança para mobile-friendly é importante, nós ainda utilizamos vários sinais para ranquear resultados de pesquisa. O conteúdo ainda é um fator importante – então, se a página tiver um bom conteúdo mas não for mobile-friendly ela ainda aparecerá bem ranqueada.”

O Google está mudando seus algoritmos para fazer com que mais empresas criem sites mobile-friendly por uma única grande razão. Mais pessoas estão usando o sistema de busca do Google em aparelhos mobile, e esses usuários esperam que a experiência seja tão boa quanto estão acostumados a ter no desktop. Se o sistema de busca leva a sites que não funcionam bem em mobile, isso significa que Google não é tão bom no mobile, tornando a empresa vulnerável em tempos onde não se pode ser.

Por anos a empresa tem se oposto a anunciantes que não querem pagar o mesmo valor em anúncios mobile e em anúncios de desktop. Enquanto as pessoas estão migrando para o mobile, os anunciantes e suas grandes verbas irão também, de acordo com a linha de pensamento da empresa. Mas se a pessoas pararem de migrar para o Google em busca de um site de busca mais amigável em celulares, a segunda parte da equação fica ainda mais questionável.

 

Fonte: ProXXIma