Papel Manteiga – Blog

Papel Manteiga

Blog

A agência namBBU produziu o novo blog de gastronomia chamado Papel Manteiga, projeto da Chef Carol Duarte e da produtora de moda e objetos Lu Mugayar. O Papel Manteiga é um website minimalista, responsivo, e que privilegia as sugestões inspiradoras de todo tipo de conteúdo que acompanha o mundo da gastronomia, sejam receitas, dicas, composições, restaurantes, viagens, etc.

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Papel Manteiga

Branding

A namBBU criou o conceito visual e o desenho da marca Papel Manteiga, um projeto diferenciado que trata diversos conteúdos no universo da gastronomia.

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Sites com versão para dispositivos móveis começarão a aparecer em posições mais altas no buscador

De vez em quando, o Google altera sua busca de algoritmos de uma forma que derruba o ecossistema de publicações online. Isso aconteceu há alguns anos quando a empresa decidiu que os links das contents farms – publishers que tentam brincar com o algoritmo do Google com palavras-chave e material de qualidade questionável – não deveriam aparecer tão rapidamente nas páginas de pesquisa. Agora o Google está fazendo o mesmo com sites que não funcionam bem em mobile, um movimento que tem sido chamado de “Apocalipse do Celular” (ou “mobilegeddon”, em inglês).

O Google descreveu as mudanças em fevereiro da seguinte forma:

“Começando em 21 de abril, nós estaremos expandindo nossa interface amigável de celulares como um fator de ranking. Essa mudança afetará as buscas em mobile em todas as línguas ao redor do mundo e terá um impacto significativo nos nossos resultados de busca. Consequentemente, usuários acharão mais fácil encontrar resultados relevantes e de alta qualidade que são otimizados para os seus devices.”

Para qualquer um que está inseguro se o seu site não está nas novas regras do Google, a empresa criou um aplicativo online para checar se o site seria considerado mobile-friendly. Além de ter criado ferramentas que ajudam o site a se adaptar para mobile.
A companhia também deixou claro que o celular não é a única consideração:

“Enquanto a mudança para mobile-friendly é importante, nós ainda utilizamos vários sinais para ranquear resultados de pesquisa. O conteúdo ainda é um fator importante – então, se a página tiver um bom conteúdo mas não for mobile-friendly ela ainda aparecerá bem ranqueada.”

O Google está mudando seus algoritmos para fazer com que mais empresas criem sites mobile-friendly por uma única grande razão. Mais pessoas estão usando o sistema de busca do Google em aparelhos mobile, e esses usuários esperam que a experiência seja tão boa quanto estão acostumados a ter no desktop. Se o sistema de busca leva a sites que não funcionam bem em mobile, isso significa que Google não é tão bom no mobile, tornando a empresa vulnerável em tempos onde não se pode ser.

Por anos a empresa tem se oposto a anunciantes que não querem pagar o mesmo valor em anúncios mobile e em anúncios de desktop. Enquanto as pessoas estão migrando para o mobile, os anunciantes e suas grandes verbas irão também, de acordo com a linha de pensamento da empresa. Mas se a pessoas pararem de migrar para o Google em busca de um site de busca mais amigável em celulares, a segunda parte da equação fica ainda mais questionável.

 

Fonte: ProXXIma

Almeida Prado Advocacia

Branding

Seguindo uma estratégia de branding jurídico, o escritório Almeida Prado Advocacia contratou a agência namBBU para criação de uma marca sólida e toda a identidade visual ligada a mesma. Foram desenvolvidos elementos como: logotipo, cartões de visita, envelopes, papel timbrado, pasta, website e outras peças.

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Humaniza Redes: governo lança ação para defesa de direitos humanos na internet

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (7) um site chamado “Humaniza Redes”. A ideia, segundo o governo, é que o portal seja um espaço para denúncias de violação de direitos humanos na internet (como racismo, pedofilia, intolerância religiosa, etc) e utilizar a página para a promoção de conteúdos para uso seguro da rede.

Durante o anúncio, a presidente ressaltou que as redes sociais têm sido palco de manifestações de caráter ofensivo. Porém, as pessoas devem ter ciência que precisam usar a liberdade de expressão respeitando os direitos humanos.

“Não queremos [que a internet] seja um campo de violência e desrespeito verbal”, afirmou a presidente.

Ideli Salvatti, da Secretaria de Direitos Humanos (que encabeça a iniciativa), observou no evento de lançamento do “Humaniza Redes” que as pessoas têm de saber que os crimes virtuais também são passíveis de pena, apesar do direito de se expressar livremente na rede.

De acordo com Ideli, as denúncias feitas pela página serão encaminhadas para as ouvidorias da Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria de Políticas para a Mulher e Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

Apesar de contarem com filtros próprios de conteúdo, a Secretaria de Direitos Humanos afirmou que Google, Facebook e Twitter apoiam a iniciativa do governo.

Como funciona

Na página do “Humaniza Redes”, é possível denunciar violações que ocorreram online ou offline.

Na primeiro caso, a pessoa especifica o tipo de conteúdo e tem um espaço para denunciar a página que, supostamente, conta com a ofensa.

Já no segundo, é possível denunciar, por exemplo, violações contra crianças e adolescentes, homofobia e violações contra a pessoa com deficiência. São abertos campos para o internauta descrever detalhadamente o ocorrido.

Caso a pessoa tenha dúvida sobre o tipo de ocorrência, há um atendimento online (via chat ou e-mail) confidencial promovido pela ONG (organização não-governamental) Safernet.

Há ainda materiais de educação na página alertando contra o cyberbullying, racismo na rede e as consequências de se compartilhar links ofensivos e humilhantes.

 

Fonte: UOL Tecnologia

google lancara pc com tamanho de pendrive por US100 nambbuO Google apresentou nesta terça-feira (31) o Chromebit, um diminuto computador criado pela empresa em parceria com a Asus que se conecta a um monitor ou TV por meio da entrada HDMI.

Ele roda o sistema Chrome OS e será lançado “no verão” (entre junho e setembro no hemisfério norte) por US$ 99 (cerca de R$ 320).

É o equivalente a um gabinete de computador (conhecido popularmente como “CPU” no Brasil), mas do tamanho de um pendrive –um pendrive das antigas, pelo menos.

Além de um monitor, seriam necessários um mouse e um teclado para usar o aparelho –que tem conectividade bluetooth para esse tipo de acessório– como um PC. A alimentação do aparelho é via HDMI, ou seja, não há bateria ou necessidade de recarga.

O Chromebit tem ideia similar à do Chromecast, aparelho lançado por US$ 35 nos EUA e que torna televisores comuns em TVs inteligentes.

Seu hardware é equiparável ao do Chromebook Flip, outro anúncio desta terça pelo Google: 2 Gbytes de memória e processador com tecnologia ARM (precisamente o Rockchip 3288) de 1,8 GHz de clock.

Além disso, tem uma entrada USB e 16 Gbytes de armazenamento do tipo SSD.

“Simplesmente espetando o dispositivo em qualquer tela a torna um computador”, escreveu Katie Roberts-Hoffman, engenheira, no post de apresentação. “Será realmente útil para escolas e empresas.”

A Intel fabrica um aparelho semelhante, o Compute Stick, que é vendido nos EUA por US$ 150 e roda Windows 8.1 ou Linux –sistemas convencionais, em detrimento do Chrome OS, que tem forte dependência da conexão à internet.

 

Fonte: Folha de S. Paulo