YouTube passa a reproduzir vídeos em HTML5 por padrão

Chegou o dia. Depois de várias fases de testes e aprimoramentos, o Google anunciou, nesta terça-feira (27), que o player do YouTube agora reproduz todos os vídeos utilizando HTML5 como padrão no lugar do Flash.

O YouTube “flerta” com o HTML5 há pelo menos cinco anos. Mas, para tornar o serviço plenamente compatível, o Google teve que superar várias limitações técnicas. Algumas envolveram inclusive a colaboração de desenvolvedores dos navegadores mais populares da atualidade – Chrome, Firefox, Internet Explorer e Safari.

A companhia explica que um dos obstáculos mais complexos foi a falta de suporte ao Adaptive Bitrate (ABR), que permite a disponibilização de vídeos otimizando ao máximo o buffer. Para este fim, o recurso avalia a largura de banda da conexão e adapta o fluxo de dados à capacidade detectada, tudo em tempo real.

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Além do ABR, o YouTube também já suporta o codec VP9 (para vídeos em alta definição), a API WebRTC (para que o usuário possa fazer transmissões ao vivo), APIs para visualização de conteúdo em tela cheia, entre outros.

Implementação (relativamente) rápida, estabilidade e não exigência de plugins são algumas das vantagens do HTML5 frente ao Flash. O Google ressalta ainda que o padrão facilita a execução dos vídeos a partir de aparelhos variados, incluindo smart TVs, consoles de games e dispositivos como o Chromecast.

Na web, o player do YouTube em HTML5 passa a ser acionado por definição no Chrome, Internet Explorer (a partir da versão 11), Safari (a partir da versão 8) e nas versões beta do Firefox (em breve na versão final). Mas a mudança deve ser imperceptível para a maioria dos usuários: muitos vídeos já vinham sendo oferecidos no novo modo, especialmente no browser do Google.

 

Fonte: Tecnoblog

101 Graus

Website

A namBBU fez a concepção e implementação do novo website da 101 Graus, uma empresa pioneira em Americana – SP e que trabalha com produtos e prestação de serviços ligados a materiais de alta temperatura. O website foi desenvolvido em WordPress e conta com um trabalho contínuo em SEO.

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O fundador e CEO do WhatsApp Jan Koum anunciou nesta quarta-feira (21) o lançamento de uma versão web do popular app de troca de mensagens. Quem já tiver recebido a atualização poderá acessar a página web.whatsapp.com a partir do Google Chrome, e fazer o scan do QR disponível a partir de uma ferramenta dentro do app do smartphone.

Assim, o sistema vai simplesmente espelhar as mensagens disponíveis no smartphone dentro da aplicação web.

“Hoje, pela primeira vez, milhões de vocês terão a habilidade de usar o WhatsApp em seu navegador web”, escreveu Koum. “Nosso cliente web é simplesmente uma extensão do seu telefone: o web browser espelha as conversas e mensagens do seu aparelho móvel – isso significa que todas suas mensagens ainda ‘moram’ no seu celular.”

Inicialmente, a atualização chegará apenas para Android, Windows Phone e BlackBerry. O iOS ficou de fora por causa de problemas de compatibilidade com a plataforma da Apple, segundo Koum.

Lembre-se: é necessário primeiro receber a atualização do WhatsApp, que será distribuída gradualmente pela base de usuários.

 

Fonte: Info Abril

PDV iN Foco

Website Institucional

A agência namBBU criou e desenvolveu o novo website da PDV in Foco, empresa especializada em gerenciamento de espaços, categorias e estratégias dentro do ponto de venda. O novo website foi desenvolvido para ser gerenciado através do CMS WordPress.

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APIT Aprendiz

Website

A agência namBBU é produtora do novo website da APIT (Associação Promotora de Instrução e Trabalho) e incentivadora da lei que regulariza o trabalho adolescente e a inclusão social de jovens. Para fortalecer a comunicação da APIT foi desenvolvido novo logotipo e novo website (WordPress), o que permitiu à associação maior relacionamento com seu público e interações online através de vídeos e redes sociais.

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13872_2_LA nova rede social do Facebook, a “Work” está em um período de testes. O site e o aplicativo foram disponibilizados hoje (14) para alguns parceiros e permite que as empresas criem suas próprias redes sociais e facilitem as trocas de informações.

Ela é muito similar ao próprio Facebook, permitindo a criação de “ambientes” fechados. Isso substituiria a utilização do e-mail, a criação de um feed de notícias de uma empresa, facilitando a comunicação de todos e aumentando a produtividade – em suma, ganha a utilidade de um “grupo de expandido”.

A rede social já vinha sendo comentada há algum tempo, e o lançamento estava previsto para o começo deste ano. Voltada principalmente para médias e grandes empresas, a rede social tem ferramentas já conhecidas por usuários, permitindo, por exemplo, a criação de grupos para cada departamento da empresa.

Especulava-se que o Facebook estaria desenvolvendo uma rede social para competir com o Linkedin, mas este não é o caso: enquanto uma é a criação de um ambiente próprio, a outra é voltada para reposicionamento e relações dentro do mercado de trabalho. A Work está em desenvolvimento desde o ano passado e tem sido restrito para alguns parceiros.

Com a movimentação de hoje, algumas empresas já podem criar suas próprias redes sociais. A ideia é que daqui há algum tempo a Work esteja disponível para todos que desejarem usar o Facebook. Até o momento, a grande preocupação de quem usa a rede tem sido a segurança das informações.

O Facebook rebate afirmando que as informações são, sim, seguras dentro da rede. Muitas empresas bloqueiam a rede social durante o dia-a-dia, e o Work surge para que a empresa consiga atingir também os usuários que trabalham nestas empresas.

Inicialmente, a empresa não coletará nenhuma informação dos seus usuários. Eventualmente, precisará monetizar as informações – o que pode fazer com que a empresa adote um modelo comercial diferente. Pago.

 

Fonte: InfoMoney

Vitrine Guide

Website institucional

A namBBU produziu o novo website do Vitrine Guide, projeto liderado por Rogério Wolf e que tem como objetivo ser um guia de compras, discutir tendências de moda, visual merchandising e como deixar as lojas e vitrines mais atraentes. A produção desse website segue as últimas tendências da web (WordPress, HTML5, CSS3, SEO) e oferece experiência do usuário responsiva, o que possibilita navegação em dispositivos móveis.

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adnews-15553939711420480118f7b7e6b751dc97c497108fa6eca2b88ad8c30e1aDe acordo com a E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, o setor movimentou R$ 35,8 bilhões em 2014, crescendo, nominalmente, 24%, em relação a 2013, quando o faturamento chegou a R$ 28,8 bilhões. Ao todo, foram mais de 51,5 milhões de consumidores únicos, sendo 10,2 milhões de novos entrantes ao longo do ano e mais de 103,4 milhões de pedidos realizados, a um tíquete médio de R$ 347.

Para Pedro Guasti, diretor executivo da E-bit, o ano atípico do mercado influenciou nos números positivos. “Foi um ano em que tivemos Copa do Mundo, que ajudou a impulsionar a venda de televisores e artigos esportivos no primeiro semestre, além de diversas liquidações, o que trouxe ainda mais atrativos ao e-commerce. Além disso, o mercado vem evoluindo, ano após ano, para dar mais ferramentas e opções aos consumidores”, explica.

A Black Friday também contribuiu para o sucesso do setor em 2014. “O resultado da ação, apesar de esperado, rendeu ao e-commerce R$ 1,16 bilhão, o que comprova que o modelo vem fazendo sucesso com os consumidores  e lojistas, quebrando todos os recordes de faturamento em um único dia”, afirma Guasti.

Para 2015, apesar da retração esperada na economia do país, a E-bit prevê um crescimento nominal de 20%, atingindo faturamento estimado de R$ 43 bilhões. “Será um ano bastante desafiador para o varejo em si, entretanto, nada que afete muito o comércio eletrônico, onde se concentram os melhores preços e condições. Acreditamos que o e-commerce continuará com crescimento bom, sobretudo nas vendas via mobile”, aposta Guasti.

Em Fevereiro, a E-bit divulga a 31ª edição do relatório WebShoppers, com o estudo completo sobre o e-commerce brasileiro em 2014.

 

Fonte: Adnews