E-commerce cresce 26% ao ano e movimenta R$ 34 bi no Brasil

ecommerce-mapeamento-nambbuA Conversion, empresa especializada em Search Engine Optimization (SEO), acaba de divulgar uma pesquisa inédita intitulada Mapa do E-commerce no Brasil, que analisou mais de 100 milhões de visitas a lojas virtuais ao longo de 12 meses.

O levantamento traz dados como número de pedidos efetuados, ticket médio, taxa de conversão, faturamento, número de visitas e tempo médio de navegação. Além disso, a Conversion montou um ranking com as 100 cidades que mais movimentam o comércio eletrônico no Brasil. O destaque vai para a região Sudeste, que concentra 70% do faturamento de e-commerce no País.

“O mapeamento tem como objetivo oferecer uma análise mais completa de onde vêm as compras do comércio eletrônico no Brasil, o quanto as pessoas estão comprando e como é o comportamento do consumidor nas lojas virtuais”, explica Diego Ivo, CEO da Conversion. “Dessa forma, lojistas podem entender onde estão os consumidores na média nacional e poder comparar o resultado com os consumidores de suas lojas, além de identificar oportunidades de campanhas locais onde pode haver uma chance maior de vendas.”

Uma das principais conclusões tiradas com a pesquisa foi a de que o e-commerce brasileiro está muito ligado ao PIB, ou seja, o poder de compra no comércio eletrônico acompanha a tendência do PIB de cada uma das regiões analisadas. “Mas em cidades como São Paulo, ele não é totalmente próximo. O Estado concentra 31,5% do PIB brasileiro, mas corresponde a quase 45% da receita do e-commerce no País”, explica Ivo.

“No fundo, o comércio eletrônico reflete um comportamento do consumidor – seja pelo seu poder aquisitivo ou pela maneira de se relacionar com determinada marca. Em cada lugar, o e-commerce reflete muito a cultura local, bem como sua relação com o computador, internet e só depois com as compras via comércio eletrônico.”

E-commerce em São Paulo

A cidade de São Paulo lidera o ranking das 100 empresas, com uma estimativa de R$ 5,6 bilhões de movimentação no comércio eletrônico em 2014, mais de 32% de toda a transação do Estado, seguida por Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF). O ticket médio na capital paulista fica em R$ 233,51 e a taxa de conversão é de 1,23%, mostrando a confiança dos paulistanos no comércio via internet.

“Se compararmos com cinco anos atrás, há uma diferença abissal de confiança, qualidade e consumo. Mas se compararmos com o que vai ser daqui a cinco anos, as coisas ainda vão mudar muito. O comércio eletrônico cresce a uma taxa de 26% ao ano, movimentando R$ 34 bilhões. Acompanhamos as notícias pouco promissoras da economia no País, mas um comércio eletrônico crescente e lojistas animados com a Black Friday que está chegando ou com as vendas de fim de ano. Há muito aporte de investimento, é um cenário de muita confiança”, conclui Ivo.

O e-commerce no Brasil deve movimentar neste ano cerca de R$ 39 bilhões, o que equivale a um crescimento de 20% em relação a 2013; e prevê uma média de 133,3 milhões pedidos com um gasto médio por compra de R$ 292,47.

 

Fonte: Terra

futurecom-2014-nambbu-design-e-comunicacaoFuturecom é um dos maiores e mais qualificados eventos do setor de comunicações da América Latina. O evento reúne cerca de 15 mil pessoas, de 40 países, ocupantes de altos cargos em empresas do setor, interessados em conhecer as novas tendências em tecnologia e comunicação.

O evento é formado pelo Congresso Internacional, no qual se realizam palestras e painéis de debates com importantes dirigentes e executivos desta indústria e o Business Trade Show, onde são apresentados os últimos produtos em Aplicações, Serviços, Soluções, Produtos e Sistemas, contribuindo para o desenvolvimento de relações de negócios e posicionamento de marcas.

Data: 13 à 16 de outubro 2014
Local: Transamérica Expo Center
Cidade: São Paulo
País: Brasil

Mais informações: http://goo.gl/K9HdLy

 

windows-10-nambbuA Microsoft anunciou nesta terça-feira (30) o Windows 10, nova versão do sistema operacional da empresa que irá rodar em PCs, smartphones e tablets. O Windows 10 também marca o retorno do menu “Iniciar” à sua função original, removida do sistema da Microsoft no Windows 8.

Com o Windows 10, a Microsoft “pulou” um número na sequência das versões de seus sistemas. Esse, por exemplo, era chamado informalmente de “Windows 9”. “Quando você vir o produto em sua integralidade, eu acredito que você irá concordar conosco que esse é o nome mais apropriado”, afirmou Terry Myerson, chefe da divisão de Windows na Microsoft, durante o evento de apresentação.

De acordo com Myerson, o “novo Windows foi construído desde o princípio para um mundo que pensa primeiro em dispositivos móveis e na nuvem”. A interface e a loja de aplicativos do sistema é a mesma em todos os aparelhos. Essa é a aposta da companhia para aparelhos com dimensão de 4 a 80 polegadas. Por isso, o Windows 10 também é o sucessor do Windows Phone 8.1, e é o novo sistema operacional dos smartphones da Microsoft.

Iniciar

A volta do menu “Iniciar” como ponto de partida para abrir programas no Windows e personalizar as configurações da máquina é um pedido antigo dos usuários. No Windows 8, o botão foi removido porque a Microsoft tentava unificar o design do sistema em computadores, tablets e smartphones. A decisão fazia parte da estratégia da Microsoft no que se convencionou chamar de era “pós-PC”, um cenário onde os computadores perderam espaço para o avanço dos dispositivos móveis. A mudança, porém, não caiu no gosto dos usuários, aparentemente ainda fãs de mouse e teclado.

No Windows 8.1, o botão “Iniciar” ele foi novamente incluído, mas de maneira diferente. Ao clicar nele, o usuário não era remetido ao menu clássico, mas à interface chamada de Metro, que organiza os programas instalados no PC em blocos dispostos lado a lado.

A barra lateral Charms foi preservada no novo Windows. Já o menu com cara de smartphone, foi reduzido ao tamanho clássico para a versão voltada a PCs e mantido, com alterações, para tablets e aparelhos com tela sensível ao toque.

Pós-PC não pegou

A família Windows, com todas as suas versões, está instalada em 88,47% dos computadores do mundo, segundo dados da consultoria Net Aplications referentes a agosto deste ano. Mas as versões “pós-PC”, os Windows 8 e 8.1, somadas, estão presentes em 13,37% dos desktops. Já o último sistema antes da mudança, o Windows 7, é o mais utilizado: roda em 51,21% dos PCs. Até o Windows XP, que já deixou de receber suporte da Microsoft, é mais popular que os Windows 8 e 8.1, com 23,89% de participação. Segundo Myerson, cerca de 1,5 bilhão de pessoas usam o Windows atualmente.

A Microsoft não anunciou uma data de lançamento, mas informou que o Windows 10 vai chegar aos computadores em 2015. A companhia não informou se haverá incentivo para que usuários dos Windows XP e 7 migrem para a nova plataforma.

 

Fonte: Globo.com